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22 Julho, 2008

Fotografia

Não tenho a pretensão de ser uma artista que congela um momento escrevendo com a luz. Na realidade só salvo das mazelas do tempo tudo de belo que encontro pelo meu sinuoso caminho. A eternidade desse registro não é uma certeza absoluta, fotografias não duram para sempre, mas se torna válida pelo simples prazer de saber que prorroguei a existência de algo suntuoso. E a beleza que busco levar a imortalidade não reside apenas na perfeição óbvia de um sorriso de criança, uma bela paisagem, ou uma construção monumental. Longe do que é óbvio, do encanto evidente, tento provar que há beleza em coisas simples: em linhas tortas, ângulos, padrões que se repetem, reflexos que se estendem, no encontro das cores e no contraste de tons.

O apuro do olhar de um fotógrafo está nisso, em tornar belo e admirável algo que passaria incólume a olhos destreinados. Há cinco anos me iniciei nesse hábito e cada apertar de botão eu tenho mais certeza que mais que uma profissão, fotografia é meu porto seguro. A beleza que reproduz é um contraste entre a violência que me cerca. Através do olhar pela lente me protejo do que me fere e angustia, a cada pedaço de tempo encontro a paz e me recomponho para continuar meu credo na humanidade. Mais do que apaixonada por fotografia, eu sou uma dependente, daquelas que procura em tudo uma razão para perpetuar o belo. Como recompensa, ganho a certeza que preservei algo que pode ser admirado no meio do mundo onde tanto é angustiante e reprovável.

18 Julho, 2008

(Nem tão) Rápido e rasteiro

-Bons tempos aqueles em que as operações da Polícia Federal tinham nomes geniais. Houve um tempo em que a leva de nomes criativos era tão grande que o batismo era mais comentado que as investigações em si. Satiagraha é um nome feio, sem graça e difícil de saber exatamente como se pronuncia ao ler nos jornais. A repercussão se aproximou do escândalo do Mensalão. A população se revoltou mais com Gilmar Mendes do que com os bandidos que ele soltou. Há razão para revolta pela simples velocidade com que isso aconteceu, mas nada além. Eles serão julgados quando chegar o momento, mas a mídia faz com que a população antecipe um julgamento que normalmente não reflete o que acontecerá nos tribunais. É quase irresponsável. Tão irresponsável quanto os atos dos palhaços que roubam verbas públicas em um país onde falta tanto do básico para os mais pobres.

- São 5:40 da manhã, acabo de me despedir do meu irmão que foi passar uns dias no Sul do país. Pronta para um frio muito menor, mas ainda sim muito maior que no Rio de Janeiro eu também tenho malas prontas e aquela ansiedade que precede pés na estrada. Pés constantemente na estrada são a única vantagem que eu vejo no momento em relacionamentos sérios. Sem dúvida tudo o que eu queria esses dias é uma companhia para todos os fins de semana viajar para cidades relativamente próximas. Como eu sempre digo, não importa para onde, viajar? Eu vou!

- Dentre arrumações encontrei coisas que não mexia desde a última mudança. Não encontrei nada que eu veja com um certo saudosismo, e sim uma sacola cheia de lembranças desagradáveis. A pior delas foi um bloco de papel com as páginas quase completas, nelas rabiscado histórias de um passado nem tão distante, mas que me lembram do quanto eu sou idiota, burra e manipulável nas mãos de qualquer homem que saiba fazer cara de coitado. Deve ser por isso que dessa vez eu abdiquei do lugar de mulher-enfermeira. Só em filme clichê que os homens ficam com elas. Sem contar que no momento atual da minha vida prefiro quem seja capaz de lutar contra os próprios demônios assim como eu.

- Tenho um sono próximo do absurdo, provável que eu chegue no carro e durma por longas horas. Vou sentir falta de escrever e até cheguei a cogitar a possibilidade de levar o notebook junto comigo para minha viagem, mas acho que ia acabar me prendendo a esse vício chamado escrita. Blocos de papel já estão na mochila, talvez eles dêem bons frutos, mas esse conjunto de tela e plástico cor de rosa fica aqui. Lerei jornais de papel, beberei para esquentar do frio e me limitarei a escrever amenidades em blocos brancos de linhas azuis.

- Gostaria de escrever sobre meus mais novos planos para o futuro, mas o desmantelar dos antigos me dá a escrota superstição de que deu errado por falar demais. Sou uma mulher movida a paixões e encontrei mais uma delas recentemente. Como a todas minhas paixões eu me dedico a ela com a ferrenha sensação de que nunca é o suficiente. É ao mesmo tempo angustiante e confortante, mesmo que possa parecer desprovido de sentido, mas todas as paixões são. Eu que o diga.

- Essa semana vi o filme “O grande Mentecapto”. O livros li por recomendação de R. e é um dos que fez com que ele levasse o título de melhor indicador de leituras. Tudo bem que atualmente só leio sobre urbanismo, violência, segurança pública e política, mas nos áureos tempos da minha vida em que eu não via essas coisas com tamanha obsessão eu costumava ler coisas mais tranqüilas como o apaixonante livro de Fernando Sabino. O filme é adorável, ilustrou algumas coisas que imaginei da trajetória do adorável Geraldo Viramundo e me deu vontade de reler o livro. De certa forma me identifico com Viramundo, talvez tão louca quanto ele.

- A policia do Rio cometeu erros consecutivos, matou inocentes e tentando agradar a população a medida a ser tomada é desarmar a polícia. Não usaram mais fuzis e sim pistolas. Só eu acho isso uma incoerência absurda? Porque eu acho, absurdo, absurdo, absurdo! Dá um spray de pimenta só então. Pistolas também matam, são letais contra pessoas desarmadas, mas perante aos bandidos armados brutalmente e que constantemente fazem cerco aos policiais as pistolas soam ridículas. Mais uma vez eu digo: CULPA DA MÍDIA, a filhote de belzebu, a herdeira do capeta. Faz-se tanto que cria-se uma comoção popular e os governantes em conseqüência tomam medidas polemicas de acordo com o que deseja a população. A população deseja isso agora, no calor do momento, mas quero ver desejar isso quando estiver no meio de um tiroteio entre traficantes rivais e a polícia aparecer com meia dúzia de pistolas automáticas. Os políticos fazem a vontade do povo ignorando que devido a equipe técnica que deveriam ter eles encontrariam soluções menos radicais e que coloque menos em risco a vida dos nossos policiais. Como eu sempre digo: No c* dos outros é refresco.

- O Ronaldo Gaúcho foi pro Milan. Que merda, heim? Para quem não sabe a metade italiana do meu coração torce pro Milan, culpa daquela decisão perdida na liga dos campeões. Dar o troco depois só tornou o Milan mais querido por mim. Sobre a contratação do gorducho brasileiro eu só tenho a dizer que o rossonero tem por hábito contratar pesos de papel (e põe peso nisso). De tempos em tempos eles contratam jogadores em decadência achando que eles vão se recuperar, aumentar de valor ou atrair olhares publicitários, mas nada disso acontece. Sou mais chamar o Romário, rende mais mesmo sem treinar, ta sempre querendo gol para colocar na caderneta e apesar dos quase 100 anos e das muletas ainda é um gênio, por mais que eu odeie admitir isso.

- Vinte pras sete. Acho que vou me calçar, pegar minha mochila e sair de casa logo. Antes comerei pão na chapa na padaria relembrando os dias de aula. A diferença é o mais importante: Minhas marmotas e minhas loiras não estarão comigo. Saudade das bitches. Saudade.

14 Julho, 2008

Fazendo a linha Kátia

É público e notório que nos últimos tempos todo acontecimento que marca nossa sociedade tem uma repercussão midiática antes de haver qualquer manifestação dos governantes. Eles, do alto de seus pedestais agem como se nunca soubessem de nada, foram informados junto com a população, o popular corno: último a saber.

Isso virou moda depois que o Presidente Lula alegou seguidas vezes desconhecer grandiosos esquemas de corrupção que aconteciam bem abaixo de seu nariz, ligados diretamente a sua campanha e a seu governo. Hoje a linha Kátia ganhou ainda mais espaço com o governador do Rio, Sérgio Cabral Filho. Desde que assumiu só faz viajar. Chegou ao governo visando algo maior, sem dúvida. Politicamente falando, lógico. As atitudes do governador não demonstram a menor preocupação com a população fluminense, tudo que ele faz parece apenas campanha.

Por enquanto ele e Lula dão as mãos e posam sorrindo para fotos, mas sem dúvida em um futuro próximo se tornaram inimigos mortais. Política é assim: hipocrisia e falsidade. A população fica refém desse tipo de associação próxima da criminalidade e ouve desculpas torpes e atuações dignas do Oscar que convencem os menos instruídos.

Assim eles posam quando três jovens são entregues a traficantes rivais e assassinados. Surpresos, tão indignados quanto nós, a população. Principalmente ao sabermos que eles estavam lá para policiar obras de um candidato a prefeitura do Rio de Janeiro, pior ainda: com autorização do governo federal. Mas ninguém sabia de nada. O absurdo já começa por conta das obras eleitoreiras sendo feitas com apoio do governo federal, mas ninguém sabia. Eles nunca sabem. Só sabiam os três militares que foram punidos. São realmente os únicos culpados?

A justiça no Brasil só tem o peso e o rigor que vemos no papel com aqueles que não possuem moeda de troca. Seja dinheiro ou a simples atitude de calar-se perante alguma contravenção que testemunhara. Dessa forma a lei funciona para miseráveis, pobres ou para aqueles que não se corrompem. Traficantes, políticos corruptos, empresário inescrupulosos, esses se beneficiam de brechas e conquistam liberdade. Dizer que há igualdade perante a lei nesse país é, no mínimo, uma piada.

A postura dos governantes é claramente de Maria vai com as outras. Esperam a reação da sociedade e em cima dela tomam atitudes para manter a popularidade e índices de aprovação altos. Tornam-se mestres em fazer discursos, entrevistas e pronunciamentos, fugir de responsabilidades que são suas. Dão trabalho aos jornalistas, mas não cumprem a sua função de governantes. Triste. Continuamos desgovernados e em ano eleitoral tenho a ainda mais triste certeza de que nada vai mudar.

10 Julho, 2008

Being blond...

Frio pacaráleo no Rio de Janeiro. Eu com meu casaco de plush, minha pashimina preta e all star que estrategicamente combina com a tiara do cabelo me sento em um café com um par de livros marcados com orelhas coloridas e um bloco onde costumo rabiscar algumas idéias que parecem boas, só parecem. Levanto o dedo e depois de cinco minutos consigo pedir um capuccino grande, nos velhos tempos pediria um cinzeiro, mas a lei municipal carioca segrega os fumantes em guetos e no frio. Prefeito filhodaputa!

Continuo minha leitura ferozmente, mesmo me sentindo uma idiota por comprar tudo que aquele livro claramente esquerdista trata como verdadeiro. Por mais que eu não acredite, sei que é muito simples acreditar. Não parece fazer sentido, mas se você fosse jornalista e lesse esse livro iria me entender. Não recomendo, não mesmo. Rabisco umas porcarias no papel e depois do calor da bebida resolvo tirar o casaco. No momento em que o faço olho em volta e percebo que um par de jovens engravatados cisma em não tirar os olhos de mim. Talvez eu tenha me tornado uma daquelas pseudo-intelectuais metidas a elegantes, mas que se vestem de forma esquisita. Que tipo de maluca se veste como um figurante da malhação e senta sozinha em um café para ler livros políticos? Eu! Eu e pseudo-intelectuais que se vestem de forma esquisita!

Lembrei que tinha fones na bolsa, encontrei umas músicas da Amy Winehouse no celular e achei melhor ignorar o mundo naquele momento, talvez ignorando o quanto eu pareça estranha para aquele par de homens na casa dos 20 e muitos. Foda-se, não pretendo ser admirada por advogados mesmo. Nem espere que a recíproca seja verdadeira. Eles eram tão óbvios com seus ternos banais e gravatas de tons másculos. Bláh! E os expressos que beberam foram engolidos como se o mundo precisasse dos dois para se movimentar. Grandesmerda!

Um trecho destacado do livro desencadeou uma linha de pensamento em meu enferrujado cérebro. E lá fui eu ligando guerras e atitudes políticas, trançando com filmes, atentados e ela, a filha do capeta: a mídia, sempre ela. Amy com todo seu haxixe embalava isso. Eu quis uma taça de vinho, eu quis um cigarro mentolado, eu quis o homem mais inteligente que eu conheço do meu lado para expor todo meu rancor e revolta contra minhas óbvias conclusões. Eu quis fazer sexo para em seguida, ainda na cama, debater todo o circo político armado para as próximas eleições presidenciais. Eu queria discutir o futuro políticos do mundo e as eleições americanas, judeus e palestinos, petistas e tucanos, guerrilheiros e ditadura, polícia e traficante, intervenções urbanas...

Foi ai que me senti um pé no saco, um tédio. Chata, óbvia e forçada como todas as pessoas que pretendem expor inteligência em excesso. A Amy me socaria, eu me mandaria “tomar no cu”, um par de amigas debocharia que isso só pode ser causado por sexo mal feito. Me visualizei trajando listras horizontais, óculos de armação grossa e aplaudindo qualquer filme de língua não inglesa e baixo orçamento. MEDO.

Deveria aproveitar a atual fase burguesinha malhadora, gostosa-wannabe, com minhas loiras madeixas cortadas chanel e aprender a parar de ler. A perspectiva futura envolve uma eterna sala de aula e me aterroriza. Em homenagem hoje eu vou beber Ice, fumar Gudan, ouvir Beyoncé e ler gibi, ou até pior: Paulo Coelho.

Beijomeliga

07 Julho, 2008

Ai, os fins de semana

Fins de semana deveriam ser todos como esse. Deveriam sempre ter dança, cerveja e diversão. Deveriam ter família, amigos, abraços apertados carinhosos e confissões espontâneas seguidas de gargalhadas sem fim. Fins de semana deveriam sempre envolver compras perfeitas em liquidações e lembranças de beijos em sonhos bem próximos da realidade. Fins de semana deveriam ser sempre leves, mas carregados de esperança, essa é tão fácil de levar nos ombros.

Os dias comuns deveriam sempre envolver a distância daqueles que me removem a força e a alegria que costumo levar nos fins de semana. Dias comuns deveriam envolver proximidade daqueles que amamos e que nos deixam saudades com apenas um dia de distância e a distância de quem nos remove o ar, sufocando sem compreender falta de reciprocidade.

Dias de inverno com sol deveriam sempre envolver conversas ao sol, telefonemas longos e planos para um futuro próximo. O céu azul deveria sempre contemplar a sensação de plenitude que encontro em certas companhias e os sorrisos que elas costumam me trazer. Noites frias de inverno deveriam sempre ser regadas a boa música, apoio de amigos amados e lembranças sobre os melhores e vinho, muito vinho.

Como sou capaz de sentir tanto a sua falta em tão pouco tempo? Porque sou capaz de demonstrar um total desdém e ao mesmo tempo me preocupar com você por exaustivas horas? Não é jogo, mas talvez receio. Sou capaz de passar horas imaginando se dará certo, mas ao mesmo tempo desejo que tudo acabe depressa. Medo.

Mas mesmo assim: Sua... quando e se... sua

02 Julho, 2008

Dormir é para os fracos

Para Mulher carioca sono é mais importante que o sexo

Que bom que eu sempre afirmei que dormir é perder tempo!

100

Nunca pensei que isso aqui fosse durar tanto. Hoje chego à centésima postagem. Aniversário sempre provoca certa nostalgia e eu fui obrigada a reviver alguns dos momentos que embalaram esse blog antes tão pessoal. Durante esses 100 posts eu:

Fiz UMA cirurgia, fui madrinha de UM casamento, fiz VINTE E CINCO viagens, tive OITO diferentes peguetes, quebrei DOIS celulares, vi nascer UM “sobrinho”, bati de carro TRÊS vezes, tomei UM porre homérico, trabalhei em DOIS lugares, fiz cerca de TRINTA amigos, fui QUINZE vezes ao maracanã, me apaixonei UMA vez, tentei me apaixonar outras DUAS. Me magoei de verdade com DUAS pessoas e passei UMA noite inteira acordada chorando. Emagreci OITO quilos, engordei QUATRO de volta. Dei a volta por cima DUAS vezes, ri por último TRÊS, chorei de alegria DUAS, e senti nascer amor sincero e genuíno (mesmo que amor de amigo) por CINCO vezes.

Somando, dá muito mais que cem, mas quem liga? Jornalista não é bom em matemática mesmo!

Inicio então a lista das 100 melhores – minha lista vai envolver sensações, filmes, músicas, viagens, histórias, lugares, shows, compras, dias, amigos, livros, piadas internas, escolhas... Não haverá nenhuma ordem de preferência então não pense em se ofender caso encontre alguma referência a você lá pelo final.


1. 2007 – Melhor ano da vida.
2. Minha família – Melhor do mundo, apesar dos pesares.
3. Futebol – Provando que é mais social até que o cigarro.
4. O Poderoso Chefão – Melhor filme de todos os tempos.
5. Friends – A série mais engraçada
6. Calvin e Haroldo – As melhores tirinhas
7. Pink Floyd – A melhor banda
8. Meio-amargo – Melhor chocolate
9. Pearl Jam – Melhor Show
10. Mariana – Melhor amiga-irmã
11. Bohemia – Melhor cerveja popular
12. Ano novo 2007/2008 – Melhor da vida
13. Mario Kart – Melhor jogo de vídeo-game
14. Dave Grohl – O mais sexy
15. Nº 4 – Melhor sexo da vida
16. Dom Casmurro – Melhor livro
17. Gabriel Garcia Marquez – Melhor autor
18. Al Pacino – Melhor ator
19. “Don Miguele” – Melhor interna
20. Srta Lillo – Melhor apelido carinhoso recebido
21. Pistache – Melhor sabor de sorvete
22. Wish You Where Here – Melhor música
23. A Máfia – Melhor turminha de faculdade que já existiu, apesar dos pesares
24. Marmota – Melhor apelido mútuo
25. Marguerita – Melhor pizza
26. Chuvisco – Melhor doce
27. Casilero Del Diablo – Melhor vinho
28. Peixe + Camarão + Ostra – Melhor almoço
29. Ovo mexido com leite e cebola – Melhor café da manhã homemade
30. Pão na chapa + Média – Melhor café da manhã na rua
31. Comida Japa – Melhor jantar
32. Quentin Tarantino – Diretor de cinema que mais diverte
33. Blues – melhor trilha sonora para permanecer acordado ao lado de alguém
34. Processo seletivo do jornal O Globo – Maior sensação de vitória
35. Processo seletivo da TV Globo – Maior sensação de derrota
36. Meu diário de 1998 – Melhor provedor de nostalgia
37. Minha medalha de São Judas Tadeu – Minha maior superstição
38. Vinho e ver um filme – Melhor desculpa para pegar alguém
39. Sair para tomar um Chopp – Melhor programa para uma noite de Domingo
40. Lost – Melhor série para roer as unhas
41. Toy Story – Melhor desenho longa metragem
42. Vermelho – Melhor cor para pintar as unhas
43. Porcos – Animais mais simpáticos
44. Dolce e Gabbana Light Blue – Meu eterno perfume
45. Brasília 2004 – Viagem mais libertária
46. Marmota e Thatá - Melhores companheiras de copo
47. Vanila Lace - Cheiro que remete a boas lembranças
48. Meu pai - Maior incentivador
49. Minha mãe - Melhor companheira para compras
50. Cafuné- Melhor carinho
51. Barba na nuca - Melhor provocação recebida
52. Mordida no dedo – Melhor provocação feita
53. Beijo na ponta do nariz - Melhor despedida carinhosa
54. Bisa – Maior saudade
55. Crazy do Aerosmith - trilha sonora para se orgulhar do passado
56. Só pro meu prazer – Melhor música brega dos anos 80
57. Borbulhas de Amor - Melhor música brega
58. Mentira – Jogo de baralho mais divertido
59. Uno, can-can ou mau mau – Melhor jogo
60. Futebol - Melhor esporte pra praticar
61. Twister – Melhor jogo pra se brincar bêbado
62. Pogobol – Melhor brinquedo da infância
63. Pique esconde – Melhor brincadeira da infância
64. Pulse, Pink Floyd - Melhor CD
65. Em Busca da Terra do Nunca – Melhor filme de chorar
66. Perfume de Mulher, a cena do tango – Cena mais linda do cinema
67. Vomitar no carro do meu irmão - Maior vergonha
68. Senhor R. – Melhor indicador de leituras
69. Natal – Melhor época do ano
70. TP e Cronicamente - Melhores projetos para o futuro
71. Visual Arts de NY – Melhor sonho inalcançável
72. A Vida de Bryan– Melhor filme idiota de comédia
73. Monique – Melhor conselheira emocional
74. Calça jeans, all star e camiseta – Roupa mais confortável
75. Bis – Melhor gula incontrolável
76. Sapatos – Melhor vício
77. Abacaxi com Hortelã – Melhor suco
78. Fluminense eliminando o Boca – Melhor emoção
79. “Amigas, peguei” – Mensagem de celular mais boba enviada
80. “wish you where here” – Melhor mensagem de celular recebida
81. Café da manhã com as amigas – melhor justificativa para ir à faculdade
82. Livros – Melhores presentes recebidos
83. Cds especialmente gravados – Presente dado com mais carinho
84. Maratona Poderoso Chefão com Thatá e Marmota – Melhores tardes vagabundas
85. Photoshop – Melhor terapia ocupacional
86. Turma da Mônica – Melhores revistinhas
87. Formatura – Maior expectativa
88. Ingratidão - Maior decepção
89. Odiar ligar – Maior defeito para os relacionamentos
90. Orgulho – Maior defeito pra vida
91. Cólica renal – Pior dor
92. Quase morrer – Maior incentivo pra viver
93. Sossego – Melhor praia
94. Zara – Melhor liquidação
95. Sambar a noite inteira – Melhor forma de lavar a alma
96. Rolling Stone – Melhor revista
97. Rosa – Melhor cor
98. Forrest Gump – Melhor trilha sonora
99. Chico Buarque – Melhor compositor
100. Monica – Personagem de TV com o qual mais me identifico